Reforma Tributária na prática: o calendário que toda empresa precisa ter na parede
@anovareformatributaria — o perfil do João só sobre a Reforma
O que a Reforma muda, em uma frase
A Emenda Constitucional 132/2023 e a Lei Complementar 214/2025 substituem cinco tributos sobre o consumo (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um IVA dual — a CBS (federal) e o IBS (estados e municípios) — além do Imposto Seletivo. O princípio muda: tributação no destino, crédito amplo e menos cumulatividade.
O calendário da transição
O que muda no seu preço e na sua margem
As quatro ideias por trás de tudo
O crédito ficou rigoroso — e é aí que se perde dinheiro
No novo sistema, o crédito é a alma do imposto — e ele ficou mais exigente. Fornecedor irregular, documento com erro ou operação sem vínculo com a atividade da empresa: qualquer um desses pontos invalida o crédito. E crédito perdido é custo direto na margem.
Setores que precisam de atenção redobrada
O que fazer agora
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Dúvidas
Perguntas frequentes
O Simples Nacional acaba?
Não — o Simples continua existindo. Mas a empresa do Simples poderá optar por recolher CBS/IBS por fora para transferir créditos aos clientes; para quem vende a outras empresas, essa decisão pode definir a competitividade.
Minha empresa é de serviços. Vou pagar mais?
Serviços tendem a sentir mais a mudança, porque hoje pagam ISS baixo e aproveitam pouco crédito. O tamanho do impacto depende da estrutura de custos — por isso a simulação por empresa é o primeiro passo.
O que é o Imposto Seletivo?
Tributo sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente — como cigarros e bebidas alcoólicas — a partir de 2027, somado à CBS/IBS.
Quem vai administrar o IBS?
O Comitê Gestor do IBS — órgão federativo com representantes de estados e municípios, criado para unificar a gestão do imposto que substitui ICMS e ISS em todo o país. Mudança de sistema é mudança de obrigação: os layouts e as rotinas da sua empresa vão mudar junto.
Sou autônomo. Vou ser obrigado a abrir CNPJ?
Não automaticamente. O novo sistema prevê um cadastro para quem presta serviços de forma autônoma — é organização da identificação no novo modelo, não uma obrigação de virar empresa. Cada caso pede análise do enquadramento mais vantajoso.
Dá para se preparar sem trocar de contador?
Sim. O papel da consultoria é desenhar a estratégia da transição e trabalhar em conjunto com o contador na execução — cada um no seu papel, a empresa no controle.
Este é o seu caso?
Traga a sua situação pelo WhatsApp — a primeira conversa já sai com um direcionamento claro do próximo passo.
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